No Sistema Contínuo de Hidrólise, vapor é injetado diretamente nas penas, promovendo sua ruptura estrutural antes da etapa de secagem. Já no Sistema de Hidrólise por Batelada, a pressão necessária é gerada tanto pela umidade natural da matéria-prima quanto pela injeção direta de vapor.
Ambos os métodos permitem a produção de farinha de pena e, quando combinados com processos complementares, também podem gerar farinha de sangue, garantindo aproveitamento máximo e segurança sanitária.